Dias após o EP 'Deadline' do Blackpink estabelecer recordes de vendas no primeiro dia para grupos femininos de K-pop, os números subsequentes despencaram, acendendo debates nas redes sociais rotulando o retorno como 'fracasso' apesar da presença contínua nas paradas globais e apoio dos fãs.
O terceiro mini-álbum do Blackpink, 'Deadline', lançado em 27 de fevereiro de 2026, alcançou 1,46 milhão de vendas no primeiro dia no Hanteo Chart — o mais alto para qualquer grupo feminino de K-pop —, conforme detalhado na cobertura inicial. No entanto, as vendas caíram acentuadamente depois: 7.109 cópias no segundo dia e 2.026 no terceiro. O streaming de faixas como o single principal 'GO' e o pré-lançamento 'JUMP' também declinou nas paradas globais, provocando reações negativas online questionando a qualidade do álbum e a estratégia promocional da YG Entertainment. Críticos destacaram a falta de promoções tradicionais como eventos para fãs ou outdoors extensivos, agravada por variações nos horários das lojas nos fins de semana. Fãs reagiram, enfatizando o desempenho sustentado do EP nas paradas superando pares, ausência de turnês principais ou eventos físicos, e o status global do Blackpink — incluindo ser o primeiro artista a ultrapassar 100 milhões de inscritos no YouTube este mês. Todas as membros renovaram contratos do grupo em 2023 em meio a projetos solo, como o hit de Rosé em 2025 'APT.' com Bruno Mars. O lançamento atraiu celebrações, incluindo o Museu Nacional da Coreia em Seul iluminado em rosa com uma zona de escuta para fãs abrigando mais de 300 participantes. A fã Ko Seon-a, 20 anos, do Japão, observou a onipresença do K-pop: 'Até andando na rua, em lojas, restaurantes ou cafés, eu ouço.' Kwon Hyeok-jae, 30 anos, em hanbok rosa, esperou que 'a cultura tradicional coreana seja conhecida pelo K-pop.' Apesar dos debates, 'Deadline' continua nas paradas mundiais.