A presidente do Conselho de Supervisão do Banco Central Europeu alertou que algumas empresas de criptomoedas podem optar por nações da UE com regras menos rigorosas de combate à lavagem de dinheiro. Claudia Buch enfatizou a necessidade de colaboração com a nova Autoridade AML da UE para abordar estas preocupações.
A 13 de fevereiro de 2026, a presidente do Conselho de Supervisão do Banco Central Europeu (BCE), Claudia Buch, destacou riscos potenciais no setor de criptomoedas. Segundo a sua declaração, algumas empresas cripto podem escolher operar em países da UE com controlos AML 'mais leves' de AMLA, a recém-criada Autoridade de Combate à Lavagem de Dinheiro da UE, para enfrentar estes problemas de forma eficaz. Este alerta surge no meio de esforços contínuos para harmonizar padrões regulatórios em toda a União Europeia e prevenir a exploração de enquadramentos nacionais variados. As declarações sublinham desafios supervisorios mais amplos no panorama da tecnologia financeira em rápida evolução, particularmente na garantia de medidas de conformidade robustas para ativos digitais.