Promotores em Seul indiciaram uma brasileira na casa dos 30 anos por perseguir o ídolo do K-pop Jungkook, do BTS, e por invasão de propriedade em sua residência. A mulher visitou a casa dele cerca de 20 vezes entre dezembro e janeiro, ignorando uma ordem de restrição. Ela alegou que suas ações decorreram do amor pelo cantor.
Uma brasileira enfrenta acusações após alvejar repetidamente a casa do integrante do BTS Jungkook, no distrito de Yongsan, em Seul. De acordo com relatos da Yonhap News Agency e Herald Economy, a mulher, identificada apenas como A, visitou a residência de Jungkook aproximadamente 20 a 23 vezes de 7 de dezembro de 2025 a 4 de janeiro de 2026. Suas ações incluíram tocar repetidamente a campainha, esperar nas proximidades e deixar cartas e correspondências. Os relatos indicam que, em 13 de dezembro de 2025, ela entrou na propriedade por uma porta lateral que um entregador de comida havia aberto brevemente. Ela foi inicialmente detida e presa em dezembro, mas liberada logo em seguida. A polícia emitiu uma ordem de restrição no final de dezembro, proibindo-a de se aproximar a 100 metros da residência. Apesar disso, ela continuou suas tentativas de visita. As autoridades solicitaram um mandado de prisão em 28 de janeiro de 2026, levando à sua re detenção em 10 de fevereiro. O Escritório de Promotores do Distrito Oeste de Seul a indiciou na semana passada por violação da Lei de Punição por Crimes de Stalking e invasão de propriedade, enquanto ela permanece sob custódia. Durante a investigação, a mulher disse aos promotores que agiu “por amor a Jungkook” e que não tinha intenção de causar dano ao ídolo, conhecido pelos fãs como o Maknae Dourado. A polícia remeteu o caso aos promotores em fevereiro após suas violações repetidas. O incidente destaca preocupações contínuas sobre o comportamento de fãs em relação às estrelas do K-pop, embora nenhum detalhe adicional sobre o progresso da investigação tenha sido fornecido nos relatos.