Um grupo de estudantes do Comando Jovem da EFF protestou na Universidade do Cabo na terça-feira, exigindo o cancelamento da dívida estudantil e um boicote acadêmico até que suas demandas sejam atendidas. Eles também buscam o registro de estudantes financeiramente excluídos. A administração da UCT relata estar ajudando os estudantes mais vulneráveis em meio a perturbações no campus.
Na terça-feira, um pequeno número de estudantes afiliados ao Comando Jovem dos Economic Freedom Fighters (EFF) reuniu-se na University of Cape Town (UCT) para exigir o cancelamento da dívida estudantil. Os manifestantes emitiram um comunicado em 15 de fevereiro de 2026 destacando a exclusão financeira em instituições de ensino superior e convocando um boicote acadêmico até que suas demandas sejam cumpridas. Eles solicitaram especificamente que todos os estudantes financeiramente excluídos sejam registrados para o ano acadêmico de 2026, que começou com aulas mais cedo na semana em meio a perturbações nos dois primeiros dias. O porta-voz da UCT, Elijah Moholola, afirmou que a universidade tem lidado com essas interrupções no campus. Ele observou que a administração, em colaboração com o Student Representative Council (SRC), auxiliou quase todos os estudantes financeiramente vulneráveis em boa situação acadêmica. Esse apoio inclui estudantes atuais e elegíveis do National Student Financial Aid Scheme (NSFAS) com dívidas de taxas de famílias com renda anual abaixo de R350.000, bem como estudantes da classe média ausente. O vice-chanceler Professor Mosa Moshabela forneceu uma atualização sobre a ação de protesto, enfatizando os esforços contínuos para resolver as questões. A universidade visa garantir o acesso àqueles que atendem aos critérios, embora detalhes específicos sobre o impacto do boicote não tenham sido elaborados nas informações disponíveis.