Colombian government officials in Montería urgently coordinate flood response for Córdoba, with maps of inundated areas from heavy rains and Urrá reservoir.
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Governo enfrenta inundações em Córdoba em meio à crise climática

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O Governo colombiano realiza um Conselho de Ministros em Montería para coordenar respostas às inundações em Córdoba, provocadas por chuvas intensas e descargas do reservatório Urrá. O conselho de Urrá nomeou Enrique Kerguelen Méndez como presidente interino após a renúncia de Julián Acevedo, em meio a críticas do presidente Gustavo Petro. As propostas incluem uma nova emergência econômica e o uso de royalties não gastos para enfrentar a crise.

Em Montería, Córdoba, no dia 10 de fevereiro de 2026, o presidente Gustavo Petro liderou um Conselho de Ministros para avaliar a emergência causada por inundações que afetam 24 dos 30 municípios do departamento. Chuvas intensas, incomuns para fevereiro segundo o Ideam, elevaram os níveis dos reservatórios como Urrá para 103,34%, Ituango para 99,66% e Calima para 98,32%, conforme dados da XM.  A usina hidrelétrica Urrá realizou descargas no rio Sinú para proteger sua infraestrutura e comunidades de inundações maiores, mas isso gerou controvérsia. O presidente Petro classificou as ações como 'crime ambiental' em sua conta no X e exigiu a renúncia imediata do gerente, afirmando: 'O gerente deve renunciar imediatamente e assumir suas responsabilidades penais.' A ANLA relatou que a Urrá excedeu os níveis máximos permitidos em 21% dos dias entre 2020 e 2024, subindo para 30% em 2025. A Superintendência de Serviços Públicos observou que em janeiro de 2026, a Urrá ultrapassou os limites por 15 de 31 dias.  Julián Acevedo renunciou horas após as declarações de Petro, citando pressões da crise climática. O conselho da Urrá nomeou Enrique Kerguelen Méndez, engenheiro civil da Universidad de los Andes com experiência na entidade desde 1996, como presidente interino. Acevedo defendeu as medidas, argumentando que 'sem o reservatório, a catástrofe teria sido muito maior' e que a Urrá controlou 97% das cheias desde 2000.  Para financiar a resposta, o ministro da Fazenda Germán Ávila anunciou uma nova declaração de emergência econômica para arrecadar 8 trilhões de pesos via imposto sobre patrimônio de empresas acima de 200.000 UVT. Governadores, liderados pelo de Córdoba Erasmo Zuleta Bechara, propuseram usar royalties não executados acima de 6 trilhões de pesos dos setores de meio ambiente e ciência. O Ministério de Minas e Energia instou os geradores a reduzir os preços de energia devido aos altos níveis dos reservatórios, e o Ministério de Transportes monitora estradas por risco de deslizamentos.  Petro denunciou que alguns políticos usam a ajuda governamental para campanha eleitoral, chamando de 'descaramento eleitoral'. O Banco Agrário ativou alívios financeiros para 23.342 clientes em Córdoba, com prorrogações de até 180 dias em créditos de 351 bilhões de pesos.

O que as pessoas estão dizendo

No X, as discussões focam na resposta do governo colombiano às graves inundações em Córdoba causadas por chuvas intensas e descargas do reservatório Urrá, incluindo um Conselho de Ministros em Montería, propostas de nova emergência econômica, uso de royalties não gastos e mudança na liderança da Urrá após renúncia em meio às críticas de Petro. Sentimentos variam: apoiadores culpam má gestão passada, paramilitares e oportunismo político enquanto elogiam a ajuda; críticos acusam a administração Petro de negligência e resposta lenta; posts neutros pedem socorro urgente e investigações sobre operações do reservatório.

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