A banda australiana AC/DC inicia sua turnê Power Up no Brasil com três apresentações no Estádio Morumbi, em São Paulo, nos dias 24 e 28 de fevereiro e 4 de março de 2026. Os shows promovem o álbum lançado em 2020 e marcam o retorno do grupo ao país após 2009. Ingressos para o último lote estão disponíveis a partir de R$ 850.
A banda de rock AC/DC, formada em 1973 na Austrália, realiza três shows da turnê Power Up no Estádio Morumbi, em São Paulo, nos dias 24 e 28 de fevereiro e 4 de março de 2026, com início às 21h e portões abrindo às 15h. A turnê divulga o álbum homônimo de 2020 e passa por outras cidades latino-americanas, como Buenos Aires, na Argentina, Santiago, no Chile, e Cidade do México. A última visita do grupo ao Brasil foi em 2009, durante a Black Ice World Tour.
Da formação original, resta apenas o guitarrista Angus Young, de 70 anos. O vocalista Brian Johnson, de 78 anos, enfrentou problemas auditivos graves, enquanto o guitarrista Malcolm Young, irmão de Angus, deixou o grupo em 2014 devido a demência e faleceu em 2017. Apesar das mudanças e idades avançadas, os shows esgotaram rapidamente, atraindo fãs para reviver sucessos como 'Highway to Hell' e 'Thunderstruck'.
O setlist inclui faixas como 'Back In Black', 'Thunderstruck', 'Highway to Hell', 'You Shook Me All Night Long' e 'T.N.T.', entre outras 22 músicas divulgadas pela banda. Ingressos do último lote estão à venda na Ticketmaster, com preços variando de R$ 850 na arquibancada a R$ 1.590 na cadeira inferior e R$ 1.490 na superior.
Para chegar ao Morumbi, fãs podem usar o metrô na estação São Paulo-Morumbi (linha 4-Amarela), com caminhada de cerca de 15 minutos pela avenida Jorge João Saad até a praça Roberto Gomes Pedrosa. Ônibus da SPTrans também atendem, com tarifa zero aos domingos após meia-noite. A CET informa bloqueios em vias como avenidas Giovanni Gronchi e Jules Rimet a partir das 14h. Em caso de chuva, capas e botas são recomendadas, pois guarda-chuvas não são permitidos. Para calor, hidratação e roupas leves são essenciais.
Críticas sobre a qualidade das performances devido à idade dos membros dividem opiniões, comparadas às dos Rolling Stones, mas o público lota os estádios por nostalgia e homenagem às lendas do rock.