A Apple lançou o MacBook Pro de 16 polegadas de 2026 equipado com processadores M5 Pro e M5 Max, enfatizando melhorias no desempenho da GPU para tarefas criativas e de IA. Avaliações destacam a excelente tela do dispositivo e autonomia da bateria de até 24 horas, embora continue pesado e possa esquentar sob carga. O design se mantém consistente com os modelos anteriores, focando as atualizações em componentes internos como suporte ao Wi-Fi 7.
O MacBook Pro de 16 polegadas de 2026 mantém o mesmo design físico de seus antecessores, independentemente de vir configurado com o chip M5 Pro ou M5 Max. Essa continuidade faz com que as decisões de compra dependam dos requisitos de desempenho em vez da estética. Avaliações notam um avanço significativo nas capacidades da GPU, com opções de 20, 32 ou 40 núcleos. Dobrar os núcleos da GPU de 20 para 40 pode proporcionar um aumento de desempenho de até 1,7x, com melhorias típicas de 1,2x a 1,8x em áreas como geração de imagens, jogos e renderização 3D. Ambos os processadores M5 Pro e M5 Max possuem 18 núcleos de CPU, incluindo o mesmo equilíbrio de núcleos «super» — anteriormente chamados de «performance» — e um Neural Engine de 16 núcleos consistente em toda a linha M5. Essa uniformidade garante processamento similar para tarefas gerais de computação, como processamento de texto, edição básica de imagens e videoconferências, independentemente da configuração de memória. No entanto, workloads intensivos em gráficos se beneficiam mais da variante Max, e a memória compartilhada entre CPU e GPU significa que demandas maiores em vídeo, foto ou geração de IA exigem mais RAM. O modelo base M5 Pro começa em $2,699 com 1TB de armazenamento e 24GB de RAM, embora os preços tenham subido devido aos custos dos componentes; atualizar de 64GB para 128GB de RAM adiciona $800. A tela continua sendo um destaque, com excelente qualidade e revestimento nano-texture opcional recomendado para ambientes claros para reduzir reflexos. O ProMotion permite taxas de atualização adaptativas de até 120Hz, mas a configuração manual para 120Hz não está disponível, e falta suporte ao Adobe RGB. A autonomia da bateria é classificada para até 24 horas de streaming de vídeo, superando as 22 horas da geração anterior, graças ao novo chip de rede N1 e Wi-Fi 7 para melhor estabilidade em canais de 6GHz. Desvantagens incluem o peso do dispositivo, tendência a ficar barulhento e quente durante uso pesado e uma queda notável de desempenho no modo de baixa potência. Pode representar a última iteração antes de mudanças potenciais para telas OLED ou com toque, embora o painel atual se destaque na gama de cores P3 e brilho.