Bancos globais estão integrando stablecoins como a USDC em seus sistemas para lidar com o volume crescente de ativos digitais. O Standard Chartered e o BNY anunciaram novos serviços para clientes institucionais esta semana.
O Standard Chartered informou que dará aos clientes institucionais acesso direto à emissão e ao resgate da USDC da Circle. A iniciativa ocorreu dias após o BNY, o maior banco de custódia do mundo, com US$ 59 trilhões em ativos sob gestão, expandir seu suporte à USDC para incluir custódia, emissão e resgate.
Ambos os bancos são classificados como globalmente sistêmicos pelo Banco de Compensações Internacionais. A Chainalysis estima que o volume de liquidação de stablecoins pode chegar a um quatrilhão de dólares por ano até 2030.
Credores europeus também estão desenvolvendo stablecoins denominadas em euro sob a estrutura do Markets in Crypto-Assets. A Qivalis, um grupo de 37 instituições, está criando a stablecoin Euro On-Chain para manter a liquidação em euros, em vez de tokens lastreados em dólar.
Executivos observam que os efeitos de rede e a liquidez são mais importantes do que os próprios tokens. "A rede é o que cria o valor", disse Adrian Cachinero Vasiljevic, da Steakhouse Financial.