O FC Barcelona sofreu uma derrota por 3-0 frente a um forte Chelsea em Stamford Bridge, selada pela expulsão de Araujo e erros defensivos. Os blaugranas mostraram ineficácia e não conseguiram virar o jogo. Esta derrota complica a sua posição na Liga dos Campeões.
O FC Barcelona condenou-se a si mesmo em Stamford Bridge num jogo-chave da Liga dos Campeões. Desde o início, os blaugranas desperdiçaram oportunidades claras, como o golo feito de Ferran Torres contra Robert Sánchez no quinto minuto. Imprecisos e longe da área adversária, recorreram a uma defesa estéril, adversa em Londres desde 2006.
O Chelsea, liderado por Enzo Maresca, impôs a superioridade com um plano detalhado. Apostou em Estevao e Garnacho como extremos e Pedro Neto como falso 9, substituindo Delap. Esta variante ofensiva, juntamente com intervenções táticas, mostrou a preparação do treinador guardiolista.
O primeiro golo veio de um canto: o cruzamento de Cucurella provocou um emaranhado entre Koundé e Ferran, com o francês a meter a bola na própria baliza (1-0). O Barcelona dividiu-se no meio-campo, perdendo bolas sob pressão inglesa. No minuto 44, Araujo, advertido por protestar, viu vermelho por uma entrada imprudente, repetindo as suas expulsões europeias.
Em inferioridade numérica, o Chelsea dominou. Lamine Yamal foi negado por Cucurella e substituído, ofuscado por Estevao, autor do 2-0 estonteante contra Joan García. O terceiro veio durante as substituições, com quatro golos do Chelsea anulados. De Jong falhou em segurar a bola, e Eric García, improvisado no meio, mostrou limitações.
Hansi Flick alinhou De Jong e Araujo de regresso, com Eric García como médio defensivo à frente de Olmo e Casadó, visando endurecer contra a força física do rival. No entanto, sem pressão alta eficaz ou Pedri, o Barcelona foi submisso. Agora, com três jogos da Liga dos Campeões por disputar e a visita ao Alavés na La Liga, a equipa deve refletir sobre a sua apatia na Europa.