Na primeira semana de operação, o serviço BC Protege+, do Banco Central, impediu 6.879 tentativas de abertura de contas fraudulentas. Mais de 238,6 mil pessoas ativaram a proteção, e as instituições financeiras realizaram 5,2 milhões de consultas ao sistema. Lançado em 1º de julho, o serviço gratuito visa reforçar a segurança contra fraudes de identidade.
O BC Protege+ foi introduzido pelo Banco Central em 1º de julho como uma medida adicional para proteger cidadãos e empresas de fraudes na abertura de contas correntes, poupança ou de pagamento pré-pago. Até as 16h15 de 5 de julho, o sistema já havia registrado 238,6 mil ativações da proteção por indivíduos, com a possibilidade de colaboradores de empresas também ativarem em nome de organizações via gov.br.
As instituições financeiras consultaram o sistema 5,2 milhões de vezes para verificar solicitações de abertura de contas ou inclusão de titulares, tornando a verificação obrigatória antes de qualquer aprovação. Ao ativar o serviço, o usuário sinaliza formalmente que não pretende abrir novas contas nem ser adicionado como titular ou representante em contas alheias, o que bloqueia tentativas fraudulentas de identidade.
Para ativar, é necessário acessar a área logada do site Meu BC com uma conta gov.br de nível prata ou ouro e autenticação em duas etapas ativada. A proteção fica registrada e é compartilhada automaticamente com as instituições durante consultas. Se o usuário precisar abrir uma conta, pode desativar temporariamente o serviço e programar uma reativação automática para manter a segurança.
O Banco Central enfatiza que o BC Protege+ é gratuito e pode ser ligado ou desligado a qualquer momento, atuando como uma barreira extra contra o uso indevido de dados pessoais em produtos financeiros.