César Tralli estreou oficialmente como âncora do Jornal Nacional ao lado de Renata Vasconcellos nesta segunda-feira, 3 de novembro de 2025, substituindo William Bonner após 29 anos no comando. O jornalista adotou um tom mais contido, mas chamou atenção por não encerrar o telejornal com o tradicional 'boa-noite', durante uma homenagem a Lô Borges. A ausência gerou reações nas redes sociais, com especulações de que ele foi impedido.
A estreia de César Tralli no Jornal Nacional marcou o fim de uma era para o telejornal da Globo, com William Bonner deixando o posto principal após 29 anos. Tralli, que nunca sonhou em assumir o lugar de Bonner, segundo relatos, comandou o programa ao lado de Renata Vasconcellos em 3 de novembro de 2025. Sua postura foi descrita como mais institucional e contida, contrastando com o estilo anterior.
Um momento que gerou buzz foi o encerramento: durante uma homenagem de despedida a Lô Borges, Tralli não proferiu o costumeiro 'boa-noite'. Isso levou a comentários nas redes sociais, como o de um usuário no X: “Senti falta do ‘boa noite’ do César Tralli no final do Jornal Nacional. O que rolou?”. Outro escreveu: “Primeiro jornal nacional com o César Tralli e ele não pode dar boa noite. Boicotado”.
No conteúdo do JN, Tralli demonstrou solidariedade a uma moradora que perdeu a casa em um temporal, em um dos primeiros acertos da edição. A ausência do cumprimento final alimentou discussões sobre possíveis restrições internas na produção do programa, embora não haja confirmação oficial. A transição reflete mudanças na dinâmica do principal telejornal brasileiro, com Tralli trazendo uma abordagem fresca ao noticiário noturno.