Illustration of a burning cross in Grant Park during an anti-Trump protest incident in Chicago.
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Suspeito de queimar cruz em Chicago é identificado como manifestante anti-Trump

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Um estudante universitário de 21 anos admitiu ter queimado uma cruz no Grant Park, em Chicago, como forma de protesto contra o governo Trump. O incidente de 9 de junho inicialmente gerou acusações de racismo por parte de autoridades do Partido Democrata antes da revelação da identidade do suspeito.

Merlin Lu, aluno do último ano da Universidade de Illinois em Chicago, disse à NBC Chicago que construiu e ateou fogo à cruz de madeira, colocando no topo um boné vermelho semelhante ao utilizado na campanha MAGA. Ele afirmou que o ato tinha como objetivo enviar uma mensagem ao presidente Trump e aos seus apoiadores.

O governador de Illinois, JB Pritzker, havia anteriormente associado a queima ao racismo e fascismo descontrolados na direita política. O prefeito de Chicago, Brandon Johnson, descreveu o evento como um lembrete do ódio contínuo contra os cidadãos negros americanos.

O FBI está investigando se o incêndio criminoso pode ser classificado como crime de ódio. Lu negou ter feito ameaças contra o presidente, afirmando que desejava que Trump fosse levado a julgamento.

O que as pessoas estão dizendo

As reações iniciais na rede social X destacam a admissão do suspeito de que se tratou de um protesto anti-Trump, com alguns usuários criticando as acusações iniciais de racismo feitas por autoridades, enquanto outros pedem punições severas, e relatos neutros confirmam detalhes como a custódia e as motivações do suspeito.

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