Organização conservadora processa HHS por retenção de dados de estudo sobre bloqueadores de puberdade

A American Accountability Foundation entrou com uma ação judicial contra o Departamento de Saúde e Serviços Humanos e os Institutos Nacionais de Saúde, acusando-os de reter dados chave de um estudo financiado pelo governo no valor de 9,7 milhões de dólares sobre bloqueadores de puberdade para crianças com confusão de gênero. A ação segue admissões da pesquisadora principal Johanna Olson-Kennedy de que os achados desafiam a efetividade do tratamento. O grupo alega que agências federais estão violando leis de registros ao redigir e atrasar a liberação de informações.

Na quarta-feira, a American Accountability Foundation (AAF), um grupo conservador de fiscalização, entrou com uma ação judicial no Distrito de Colúmbia contra o Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS) e os Institutos Nacionais de Saúde (NIH). A ação alega que as agências estão retendo dados cruciais de um estudo financiado pelo governo que examina os efeitos dos bloqueadores de puberdade em crianças com confusão de gênero, dados que se espera que minem o apoio a tais tratamentos.

A controvérsia decorre de um artigo do New York Times publicado em 23 de outubro de 2024, no qual a pesquisadora principal Johanna Olson-Kennedy admitiu que atrasou a publicação dos resultados do estudo devido a preocupações políticas. Ela afirmou que os dados não demonstraram melhores resultados de saúde mental para crianças em bloqueadores de puberdade. Cinco dias depois, em 28 de outubro de 2024, a AAF submeteu um pedido sob a Lei de Liberdade de Informação (FOIA) para os dados do projeto de 9,7 milhões de dólares.

Em novembro de 2024, o NIH respondeu com registros que a AAF descreveu como incompletos, faltando dados específicos de Olson-Kennedy e apresentando extensas redações sem justificativa ou explicação do processo de busca. O presidente da AAF, Tom Jones, apelou das redações em 6 de janeiro de 2025, mas não recebeu resolução. A ação alega que o HHS e o NIH violaram leis federais de registros.

Materiais redigidos incluem nomes de pesquisadores, históricos e compensação governamental, bem como detalhes demográficos e pontos de dados sobre as crianças envolvidas, citados por 'informações proprietárias' ou 'redigidos por acordo'. A AAF objetou à adequação da busca, notando que a resposta do coordenador de FOIA ignorou pedidos de dados de Olson-Kennedy.

Um preprint do estudo, ainda não revisado por pares, afirma que 'os jovens demonstraram tanto estabilidade quanto melhoria na saúde emocional e mental ao longo de 24 meses'. A AAF exige liberação completa para análise independente. 'Por mais de um ano, o HHS tem escondido um estudo bombástico que confirma o que sabemos há muito tempo: a terapia transgênero é um fracasso', disse Jones ao The Daily Wire. 'Estamos lutando de volta, processando o HHS para forçá-los a seguir a lei e liberar essa verdade. O povo americano merece saber o que está sendo escondido pela esquerda radical!'

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