Uma pesquisa com 100 designers destaca a decoração residencial caprichosa como a tendência dominante para 2026, enfatizando toques divertidos e pessoais em vez do minimalismo. Essa abordagem apresenta cores ousadas, camadas maximalistas e colecionáveis únicos para criar espaços cheios de personalidade. Especialistas antecipam uma mudança para elementos lúdicos como babados e motivos de arte folclórica.
O relatório de tendências da Country Living, baseado em insights de sua lista Country Design 100, identifica o design caprichoso como um movimento chave para 2026. Descrito como um estilo repleto de babados que amplifica a decoração impulsionada pela dopamina, ele incentiva os proprietários de casas a infundir os espaços com alegria e individualidade. A designer Christina Salway, colaboradora frequente da lista, expressou entusiasmo por essa direção, afirmando: “Que 2026 seja o ano em que relaxamos um pouco o controle. Vamos nos divertir.” De acordo com as mudanças recentes afastando-se do minimalismo pesado em bouclé da metade para o final dos anos 2010 em direção ao maximalismo com um toque pessoal, a tendência inclui abraçar padrões carregados e cores em camadas, seguindo a popularidade do amarelo manteiga e da teoria do vermelho em 2024 e 2025. O Pinterest ecoou isso com sua previsão de interiores “Funhaus”, destacando acentos coloridos como listras, xadrez e godês. Para aqueles hesitantes sobre imersão total em cores, a designer Shea McGee sugere começar com adições sutis: “Pense em babados, pregas e franjas em camadas em tecidos aconchegantes e estofados macios.” Paredes neutras ainda podem suportar um ambiente ricamente em camadas e cheio de personalidade. Detalhes feitos à mão desempenham um papel central, com aplicação de estêncil em pisos e móveis inspirados em motivos de arte folclórica. Esse revival se alinha com as celebrações do 250º aniversário dos EUA, homenageando a influência do artesanato tradicional nos interiores modernos. Os proprietários são incentivados a buscar formas e silhuetas únicas, preferindo antiguidades ou peças herdadas a réplicas mid-century modern produzidas em massa. Esses itens, frequentemente encontrados em lojas de antiguidades ou passados pela família, adicionam elementos narrativos aos espaços de convivência. O capricho também se estende a colecionáveis, ou bugigangas, transformando casas em galerias pessoais. A especialista em renovações Leanne Ford visualiza “quartos saturados de cor em camadas com as coisas que as pessoas realmente amam — livros selecionados à mão, bibelôs, muita arte cobrindo as paredes.” Esse maximalismo pensativo substitui a simplicidade quieta, priorizando itens como caixas de pássaros cantores e bancos mecânicos que refletem peculiaridades individuais. O relatório, publicado em 4 de março de 2026 pela editora sênior Anna Logan, ressalta como esses elementos podem fazer as casas se sentirem distintamente como lares.