O governador Monday Okpebholo do Estado de Edo estabeleceu o Ministério de Segurança e Proteção Pública para lidar com a insegurança crescente. O chefe Festus Odianosen Ebea foi nomeado como seu comissário pioneiro. Esta iniciativa visa introduzir medidas de segurança estruturadas e impulsionadas pela tecnologia no estado.
Os desafios de segurança da Nigéria levaram os estados a tomar a iniciativa diante das limitações federais. No Estado de Edo, um ponto quente para sequestradores, pastores e ladrões armados, um recente sequestro de um ônibus de transporte estatal a caminho de Abuja resultou em perda de vidas e trauma para os sobreviventes, destacando a urgência de uma reforma.
O governador Monday Okpebholo respondeu de forma decisiva criando o Ministério de Segurança e Proteção Pública. Ele nomeou o chefe Festus Odianosen Ebea, descrito como um líder experiente, como comissário pioneiro. Essa medida sinaliza uma mudança para uma gestão de segurança institucionalizada e impulsionada pela tecnologia.
A Convenção das Nações Unidas sobre Direitos Civis e Políticos (ICCPR), no Artigo 6, e a Carta Africana dos Direitos Humanos e dos Povos (ACHPR), no Artigo 4, afirmam o direito à vida. O Artigo 33 da Constituição da Nigéria de 1999 protege de forma semelhante esse direito, limitando a privação a execuções legais. Essas obrigações sublinham a responsabilidade do governo em salvaguardar vidas.
Embora entidades sub-soberanas como Amotekun e OPC no Sudoeste, os Bakassi Boys no Leste, juntamente com grupos de vigilantes comunitários de ex-militares e voluntários, tenham preenchido lacunas, eles enfrentam problemas de abuso, corrupção e autoritarismo – às vezes chamados de “criação de um monstro autodestrutivo”.
Para fortalecer o novo ministério, recomendações incluem um modelo de Parceria Público-Privada por meio de um Fundo de Confiança para a Segurança para aliviar encargos financeiros e aumentar a accountability. A integração digital, como sistemas de vigilância e monitoramento em tempo real, melhoraria a conscientização. Formalizar e treinar grupos de vigilantes em inteligência, resposta a crises e direitos humanos garantiria profissionalismo.
Essa reforma posiciona o Estado de Edo como um modelo para segurança sustentável, fomentando prosperidade econômica e estabilidade. Adolphus Aletor, diretor-gerente da Core Trust and Investment Limited, elogia-a como um farol de esperança.