O departamento de Huila, na Colômbia, em meio a uma estação de baixas precipitações influenciada por La Niña, está implementando medidas preventivas para enfrentar possíveis precipitações atípicas. O Escritório de Gestão de Riscos de Desastres coordena com setores departamentais e municípios para antecipar emergências. Jorge Chaparro, coordenador interino, enfatiza a importância de planos de contingência atualizados.
O departamento de Huila, na Colômbia, atravessa uma estação de baixas precipitações, mas condições ligadas ao fenômeno La Niña podem provocar chuvas inesperadas em vários municípios. Em resposta, o Escritório de Gestão de Riscos de Desastres de Huila está intensificando a colaboração com entidades departamentais, como agricultura, habitação, educação e vias, para melhorar as capacidades de resposta e reduzir riscos. Jorge Chaparro, coordenador interino do escritório, explicou que esses esforços envolvem coordenação interinstitucional e monitoramento territorial contínuo. “Estamos fortalecendo a capacidade de resposta do departamento por meio de ações preventivas, coordenação interinstitucional e monitoramento permanente das condições territoriais, com o objetivo de antecipar possíveis emergências associadas a chuvas atípicas”, afirmou. Além disso, a comunicação contínua com os municípios garante que seus planos de contingência estejam atualizados e adaptados às realidades locais. Esses planos são cruciais, pois delineiam ameaças potenciais, caminhos de ação, papéis institucionais e mecanismos de coordenação em todas as fases de emergência. Chaparro destacou sua importância: “Um plano atualizado e ativo faz a diferença entre reagir tarde ou agir oportunamente. Por isso, é essencial que os municípios os revisem regularmente e os ajustem às condições reais de seu território”. Essa preparação visa proteger a vida dos moradores e reduzir os efeitos da variabilidade climática, promovendo uma resposta organizada e eficaz.