Na sequência da morte do Líder Supremo Ayatollah Ali Khamenei em ataques EUA-israelitas, a embaixada iraniana na África do Sul expressou pesar e comprometeu-se a cooperar com as autoridades locais para ajudar sul-africanos retidos no Irão em meio ao tumulto regional.
Após os ataques militares conjuntos EUA-israelitas a 28 de fevereiro de 2026, que mataram o Líder Supremo do Irão Ayatollah Ali Khamenei — confirmado pelos média estatais iranianos no dia seguinte —, a embaixada na África do Sul manifestou profunda tristeza. nO embaixador Seyed Mostafa Daryabari enfatizou o compromisso de Teerão em preservar o legado de Khamenei, priorizando a segurança dos nacionais sul-africanos apanhados no conflito. «A segurança deles é uma prioridade, e estamos em comunicação direta com os nossos quadros no Irão para garantir o seu regresso seguro», disse ele. nA embaixada prometeu colaborar com o Departamento de Relações e Cooperação Internacional da África do Sul (DIRCO) para facilitar evacuações. O DIRCO emitiu um alerta de viagem, instando os cidadãos no Médio Oriente a contactarem a missão sul-africana mais próxima. nO encerramento do espaço aéreo no Médio Oriente perturbou os voos, retendo sul-africanos. O Congresso Nacional Africano (ANC) condenou a ação EUA-israelita.