O presidente José Antonio Kast enfrenta questionamentos internos de seu partido devido à demora na concessão de indultos a agentes condenados durante a agitação social de 2019. Em um jantar realizado no dia 7 de julho, senadores republicanos o lembraram das promessas de campanha.
Durante um jantar em 7 de julho no Cerro Castillo, o senador Ignacio Urrutia questionou diretamente o presidente sobre os indultos. Ele observou que militares reformados estavam morrendo nas prisões sem receber o benefício prometido. Kast respondeu que exerceria o poder presidencial caso a caso, com base em informações do Ministério da Justiça. Ele não estabeleceu prazos e não mencionou o projeto de lei de indulto geral defendido por aliados libertários. O ministro Fernando Rabat analisa os pedidos sob regras estritas, sem questionar as sentenças judiciais. Em 14 de abril, havia 28 petições pendentes, sendo cinco ligadas aos protestos. Um indulto foi rejeitado em abril por não cumprir os requisitos de saúde. Três casos prioritários incluem o ex-capitão Patricio Maturana e o capitão Pablo Andrés Carvajal Díaz. Os republicanos consideram a questão central para sua base eleitoral.