León Padró Borja, proeminente árbitro mexicano das décadas de 1980 e 1990, morreu aos 69 anos na noite de 6 de fevereiro. Natural de Guanajuato, atuou na Primera División por 13 anos e em torneios internacionais com a FIFA. A Federação Mexicana de Futebol prestou condolências pela sua carreira como árbitro e empresário.
León Francisco Padró Borja, de Guanajuato, foi um dos árbitros mais respeitados do México nas décadas de 1980 e 1990. Estreou na Primera División a 16 de janeiro de 1987, no jogo Necaxa vs. Morelia, e apitou partidas com ética e respeito, ganhando reconhecimento da comunidade futebolística. nnNa década de 1990, obteve o distintivo da FIFA, o que lhe permitiu participar em torneios internacionais, incluindo quatro jogos como árbitro central no Mundial Sub-20 de 1997 na Malásia. A sua carreira valeu-lhe honras como a indução no Salão da Fama do Estado pela Comissão do Desporto de Guanajuato (CODE). nnReformou-se aos 42 anos, após 13 anos ao mais alto nível, com o seu último jogo a 18 de novembro de 2000, entre Monterrey e Chivas no Estádio Tecnológico, em Nuevo León. Na despedida, comentou: «Foi a única coisa de que me podiam criticar». nnApós deixar o apito, Padró Borja enveredou pelos negócios como diretor de produção na Desero, uma empresa de estruturas metálicas. Aproveitou o seu grau em Engenharia Civil pela Universidade de Guanajuato, garantindo contratos com o governo estadual para projetos no Novo Palácio Legislativo. nnA notícia da sua morte surgiu durante a 5.ª jornada da Liga MX. A Federação Mexicana de Futebol (FMF) descreveu-o como um «antigo árbitro nacional e internacional com a FIFA e empresário» e partilhou condolências. O árbitro Francisco Chacón prestou homenagem: «O melhor árbitro da Delegação de Guanajuato, excelente empresário e ser humano, um mestre dentro e fora do campo, um homem que dedicou a vida ao trabalho. Descanse em paz e voe alto, caro León». A causa da morte permanece desconhecida, segundo a família.