Linux 7.0 expande relatório de temperatura para GPUs Intel

O próximo kernel Linux 7.0 aprimorará o monitoramento de temperatura para unidades de processamento gráfico da Intel por meio de atualizações no driver i915. Esse desenvolvimento visa fornecer dados térmicos mais granulares, abordando limitações anteriores no acesso a leituras completas de sensores. As mudanças se baseiam em avanços recentes do kernel e prometem maior estabilidade para usuários de gráficos integrados e discretos da Intel.

A próxima grande versão do kernel Linux, versão 7.0 —seguindo o ciclo 6.12— introduz melhorias significativas no suporte a hardware, particularmente para placas de vídeo Intel. No coração dessas atualizações está uma expansão do relatório de temperatura dentro do driver Intel i915, que anteriormente oferecia acesso limitado a dados térmicos para usuários que dependem das GPUs da Intel, incluindo a série Arc. Engenheiros e contribuidores do kernel focaram em expor métricas mais detalhadas, como temperaturas em nível de pacote e pontos quentes de GPU, que frequentemente eram inacessíveis ou reportados de forma inconsistente. Isso se constrói diretamente sobre recursos adicionados no Linux 6.12, como relatório de velocidade de ventoinha da GPU, e alinha-se com esforços mais amplos para fortalecer os subsistemas de monitoramento de hardware do kernel, como HWMON. Por exemplo, no início do ciclo do kernel 6.19, o monitoramento de temperatura foi estendido a dispositivos incluindo o APU do Steam Deck e o Controlador de Gerenciamento do Sistema do Apple Silicon. Essas melhorias são especialmente relevantes para tarefas computacionais intensivas como aprendizado de máquina e renderização de vídeo em hardware Intel, onde o superaquecimento pode causar limitação de desempenho ou degradação. Os usuários se beneficiarão por meio de ferramentas nativas; por exemplo, o comando 'sensors' do pacote lm-sensors agora entregará leituras mais precisas. Comandos como 'cat /sys/class/drm/card0/gt_max_temp' fornecerão limiares de temperatura máxima confiáveis. Feedback da comunidade, incluindo discussões em plataformas como X, destaca aplicações práticas, como monitoramento em tempo real com 'watch -d -n 1 sensors' para administradores de sistemas e desenvolvedores. Esta atualização atende a demandas antigas dos usuários, remontando a tópicos no Ask Ubuntu desde 2011, padronizando dados de temperatura via subsistema Direct Rendering Manager do kernel. Em ambientes empresariais e infraestrutura crítica, como data centers e clusters de IA, esses recursos ajudarão a prevenir problemas térmicos, melhorando o tempo de atividade e a eficiência energética em distribuições como Ubuntu e Fedora. No geral, as mudanças refletem o compromisso contínuo do kernel Linux com suporte robusto a hardware open source, reduzindo a dependência de soluções de terceiros e aprimorando a compatibilidade com tecnologias emergentes da Intel.

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