Uma extensão de navegador tornou-se maliciosa após cinco anos, afetando 4,3 milhões de usuários no Chrome e Edge. Especialistas em segurança alertam para riscos potenciais dessa instalação em larga escala. Os usuários são aconselhados a verificar suas extensões quanto à segurança.
A extensão maliciosa de navegador foi instalada por 4,3 milhões de usuários nos navegadores Google Chrome e Microsoft Edge, de acordo com um relatório da TechRadar publicado em 2 de dezembro de 2025. Inicialmente benigna, a extensão tornou-se prejudicial após operar por cinco anos, representando riscos aos dados e à privacidade dos usuários.
O relatório destaca a importância da vigilância em relação aos complementos de navegador, pois tais extensões podem acessar informações sensíveis de navegação. Ele fornece orientações sobre como os usuários podem verificar e remover extensões suspeitas para mitigar ameaças.
Este incidente sublinha os desafios contínuos na segurança de navegadores, onde ferramentas de longa data podem evoluir para vetores de malware. Não foram detalhados dados específicos sobre o nome da extensão ou impactos exatos nas informações disponíveis, mas a escala das instalações enfatiza a necessidade de auditorias de segurança regulares.