As vendas de consumo de massa na Argentina caíram 2,7 por cento em relação ao ano anterior em junho e fecharam o primeiro semestre com uma queda acumulada de 2,9 por cento, de acordo com a consultoria Scentia. O canal eletrônico foi a única exceção, com um aumento de 34,8 por cento.
A pesquisa da Scentia mostrou que o consumo registrou seis meses consecutivos de quedas em relação ao ano anterior. Na comparação mensal, as vendas caíram 2,4 por cento em relação a maio. As redes de supermercados registraram a maior contração, de 4,6 por cento no semestre. Foram seguidas pelos atacadistas, com 3,8 por cento, e pelos estabelecimentos de autosserviço independentes, com 3,2 por cento. As lojas de bairro e quiosques tiveram queda de 2,3 por cento, enquanto as farmácias permaneceram praticamente estáveis, com uma queda de 0,3 por cento. Em contrapartida, o comércio eletrônico cresceu 34,8 por cento, impulsionado por produtos alimentícios, que avançaram 48,8 por cento. A confiança do consumidor caiu quase 5 por cento em julho e atingiu com mais força as famílias de baixa renda.