A primeira-dama Melania Trump divulgou uma rara declaração pública na quinta-feira negando qualquer vínculo estreito com o falecido Jeffrey Epstein. Ela rejeitou alegações de amizade ou envolvimento nos crimes dele e pediu ao Congresso que realize audiências para suas vítimas. O pronunciamento ocorreu em meio a divulgações recentes de documentos relacionados a Epstein.
A primeira-dama Melania Trump falou da Casa Branca na tarde de quinta-feira, negando conexões com o criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein. 'Nunca fui amiga de Epstein', disse ela. 'Não sou vítima de Epstein. Epstein não me apresentou a Donald Trump.' Ela descreveu um e-mail para Ghislaine Maxwell como 'correspondência casual' e nada mais, acrescentando que conheceu Epstein em 2000 em um evento com seu marido, após conhecer Trump em 1998 em uma festa em Nova York, conforme detalhado em seu livro 'MELANIA'.Trump enfatizou que não tinha conhecimento dos crimes de Epstein, nunca visitou sua ilha, viajou em seu avião ou apareceu em documentos judiciais, depoimentos ou entrevistas ao FBI relacionados. 'As mentiras que me ligam ao vergonhoso Jeffrey Epstein precisam acabar hoje', afirmou. Ela descartou imagens e histórias circulando nas redes sociais como falsas e destacou vitórias legais contra acusadores, incluindo retratações do The Daily Beast, James Carville e HarperCollins UK.a primeira-dama pediu que o Congresso aja fornecendo audiências públicas para que as vítimas de Epstein testemunhem sob juramento. 'Epstein não estava sozinho', disse ela. 'Agora é a hora de o Congresso agir.' A declaração seguiu o anúncio do Departamento de Justiça de que a ex-procuradora-geral Pam Bondi não compareceria a uma intimação do Comitê de Supervisão da Câmara em 14 de abril a respeito dos arquivos de Epstein, alguns dos quais mencionavam os Trump.