A Volaris e outras companhias aéreas restringem viagens de países africanos atingidos pelo Ebola, enquanto o México designa um hospital para isolar possíveis casos antes do início da Copa do Mundo.
O governo do México ativou medidas preventivas devido ao surto de Ebola na República Democrática do Congo, Uganda e Sudão do Sul. As autoridades proibiram a entrada de qualquer pessoa que tenha estado nesses países nos últimos 21 dias. A restrição, em vigor por pelo menos 60 dias, não se aplica a cidadãos mexicanos ou norte-americanos.
A Volaris anunciou que se reserva o direito de transportar passageiros do Congo, juntando-se à Viva Aerobus e à Aeroméxico. Cidadãos dos EUA só podem entrar naquele país pelos aeroportos de Washington Dulles e Houston. O secretário de Saúde, David Kershenobich, afirmou que o risco de infecções no México é muito baixo.
Casos confirmados serão tratados no Centro Nacional de Pesquisa e Assistência a Queimados do Instituto Nacional de Reabilitação, no sul da Cidade do México. Kershenobich detalhou em 26 de maio que filtros sanitários revisarão os itinerários dos visitantes nos aeroportos, incluindo aqueles para a Copa do Mundo de 2026.