O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, solicitou um encontro presencial com o presidente dos EUA, Donald Trump, para discutir o Irã. O pedido ocorre enquanto Israel mantém ataques quase diários no Líbano e uma trégua frágil é mantida entre os EUA e o Irã após a morte do ex-líder supremo iraniano Ali Khamenei.
Multidões participaram do cortejo fúnebre de Khamenei e de quatro membros de sua família em Teerã. Autoridades iranianas adiaram o evento por meses devido às condições de guerra. Mediadores importantes, incluindo autoridades do Paquistão, Catar e Arábia Saudita, compareceram.
Netanyahu buscava a reunião com Trump há algum tempo. Uma fonte disse à NPR que ele deseja a aprovação dos EUA para uma possível ação militar israelense contra o Irã, se necessário. Trump deve comparecer a uma cúpula da OTAN na Turquia esta semana, após a qual a data de qualquer visita à Casa Branca permanece incerta.
Israel continua os ataques no Líbano, que descreve como defensivos contra o Hezbollah. O presidente do Líbano defendeu o cessar-fogo mediado pelos EUA, chamando-o de a melhor opção para encerrar as guerras, apesar de suas falhas. A revolta popular no Líbano tem se concentrado no envolvimento dos EUA, com protestos em relação a outdoors que celebram o 4 de julho.