O prefeito da cidade de Nova York, Zohran Mamdani, respondeu na terça-feira às críticas a uma cafeteria do Brooklyn que se recusou a atender o deputado Dan Goldman devido às suas opiniões sobre Israel. O Departamento de Justiça abriu uma investigação sobre a rede. Goldman, que enfrenta uma eleição primária, afirmou que o incidente reflete um triste estado das coisas.
A Poetica Coffee, que opera sete unidades na cidade de Nova York, publicou nas redes sociais durante o fim de semana que não atende “facilitadores de genocídio”. A postagem foi direcionada a Goldman após ele visitar uma unidade no Brooklyn com sua filha.
O proprietário, Parviz Mukhamadkulov, defendeu a ação na segunda-feira, afirmando que a cafeteria reserva o direito de não atender aqueles que apoiam o genocídio. Mukhamadkulov já havia comparado Israel à Alemanha nazista anteriormente e feito outras declarações críticas a Israel.
Mamdani disse que discorda de Goldman em relação à política sobre Israel, mas acrescentou que a repercussão online ultrapassou o campo da divergência política. A procuradora-geral adjunta Harmeet Dhillon informou que a Divisão de Direitos Civis abriu uma investigação sobre possível discriminação com base em religião ou origem nacional.
Goldman descreveu uma interação positiva com os funcionários da loja e disse que o episódio não reflete a cidade de Nova York que ele conhece.