A OpenAI introduziu a biblioteca do ChatGPT, permitindo que usuários pagantes armazenem, pesquisem e recuperem arquivos enviados ou criados dentro do chatbot de IA. O recurso salva automaticamente documentos de chats e oferece um centro pesquisável centralizado. O acesso requer uma assinatura Plus, Pro ou Business que custa pelo menos US$ 20 por mês.
Usuários do ChatGPT com contas pagas já podem gerenciar seus arquivos através do novo recurso de biblioteca, anunciou a OpenAI esta semana. Quaisquer documentos, planilhas, apresentações ou imagens enviados ou gerados em chats são salvos automaticamente na biblioteca quando o usuário está conectado. Os usuários acessam o recurso por meio de uma barra lateral pesquisável à esquerda, onde podem filtrar por tipo de arquivo ou origem — seja enviado ou criado por IA — e inserir arquivos em conversas selecionando 'Adicionar da biblioteca' após clicar no sinal de mais na janela do chat. O recurso de memória pode fazer referência a esses arquivos em interações futuras, se estiver ativado. Os arquivos suportados incluem documentos de até 512 MB e 2 milhões de tokens, planilhas e arquivos CSV de no máximo 50 MB e imagens de até 20 MB. Imagens geradas permanecem em uma aba separada de Imagens. Os arquivos exigem uma conexão com a internet para serem visualizados, e a exclusão inicia um processo no qual a OpenAI os remove em até 30 dias, exceto por necessidades de segurança, legais ou de desidentificação. Este lançamento ocorre em meio ao investimento da OpenAI em ferramentas de codificação e produtividade. Recentemente, a empresa aprimorou modelos para uma depuração de código mais rápida para competir com ofertas como o Claude Code da Anthropic. Executivos discutiram uma potencial interface de desktop 'superapp' combinando o ChatGPT, a plataforma de codificação Codex e o navegador assistido por IA Atlas. Separadamente, a OpenAI planeja encerrar seu aplicativo de geração de vídeo Sora para focar nessas áreas.