Paris Jackson acusou os executores do espólio de seu falecido pai, Michael Jackson, de assediá-la devido a questionamentos sobre gastos do espólio, incluindo pagamentos a escritórios de advocacia, bônus e taxas. Em documentos judiciais, a cantora de 28 anos alega que John Branca e John McClain estão zombando dela e buscando atenção da mídia, enquanto os executores retrucam que ela é quem está cortejando a imprensa. O episódio segue suas objeções anteriores aos custos da cinebiografia.
Paris Jackson apresentou novas objeções no Tribunal Superior de Los Angeles, acusando os coexecutores John Branca e John McClain de usarem os recursos do espólio para assediá-la após ela questionar pagamentos significativos a escritórios de advocacia terceirizados, bônus e outras taxas. Os documentos, obtidos pelo TMZ, descrevem as respostas dos executores como zombeteiras e depreciativas em relação à única filha de Michael Jackson, desviando o foco de sua carreira em meio a um processo judicial doloroso e contínuo. Jackson afirma que os executores evitaram abordar suas preocupações culpando seus advogados ou seu engajamento com a mídia, o que ela nega. Ela rotula especificamente as declarações recentes deles como sexistas, acusando-os de retratá-la como alguém que 'desfila' nas audiências enquanto se posicionam como os 'adultos' da situação. Essa escalada ocorre após seus desafios anteriores à gestão do espólio sobre a cinebiografia 'Michael', incluindo refilmagens custosas, e precede uma audiência sobre as contas do espólio. Os executores defenderam anteriormente sua gestão, observando que Paris se beneficiou substancialmente do espólio.