Após acusações federais apresentadas em 2 de abril, o rapper Pooh Shiesty e vários associados, incluindo Big30 e seu pai, foram presos em conexão com o assalto à mão armada e sequestro de Gucci Mane em um estúdio de gravação em Dallas, ocorrido no dia 10 de janeiro. O grupo teria forçado Gucci Mane a rescindir um contrato de gravação sob ameaça de arma de fogo e roubado itens de luxo. Uma audiência de detenção está marcada para o dia 3 de abril.
Pooh Shiesty, cujo nome verdadeiro é Lontrell Williams Jr., foi preso pelo FBI em Dallas logo após sua soltura de uma sentença federal anterior por porte de armas. As autoridades realizaram uma operação na casa de sua família em Memphis, detendo seu pai (Darrion McDaniel ou Lontrell Williams Sr.) e o rapper Big30 (Rodney Wright Jr.), entre outros. A acusação do Departamento de Justiça dos Estados Unidos descreve o incidente de 10 de janeiro de 2026 como uma 'tomada armada' capturada pelas câmeras de vigilância do estúdio. O grupo entrou armado, inclusive com um AK-47, barricou as portas, ameaçou as vítimas e roubou relógios Rolex, joias, dinheiro e bens de luxo como itens da Louis Vuitton, enquanto forçavam Gucci Mane a assinar uma rescisão contratual.
O advogado de Pooh Shiesty, Bradford Cohen, declarou aos veículos de mídia que a acusação contém inconsistências que serão abordadas nas audiências, reservando comentários adicionais até a conclusão da descoberta de provas. O advogado de Big30, Arthur Horn, descreveu as acusações como chocantes, destacando a falta de antecedentes criminais de seu cliente e pedindo julgamento apenas após o surgimento de todos os fatos.
Uma audiência de detenção foi marcada para sexta-feira, 3 de abril. As reações do público incluíram comentários de Rick Ross defendendo a negociação em vez do confronto, além de postagens da mãe de Pooh Shiesty e outras pessoas. Se condenados, os réus enfrentam uma pena máxima de prisão perpétua.
Este caso baseia-se em acusações iniciais detalhadas em reportagens anteriores.