Dramatic illustration of police manhunt for Uruapan mayor's security chief in Michoacán after assassination.
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Promotores buscam chefe de segurança após assassinato do prefeito de Uruapan

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A promotoria de Michoacán procura José Jiménez, chefe de segurança do prefeito falecido Carlos Manzo, que está foragido após o assassinato em 1º de novembro em Uruapan. Sete escoltas municipais foram ligadas ao homicídio por omissão, enquanto o suposto mandante, alias 'El Licenciado', enfrenta acusações. O advogado das escoltas acusa um encobrimento envolvendo elementos da Guarda Nacional.

Carlos Manzo, prefeito de Uruapan, foi assassinado em 1º de novembro de 2025, durante o Festival de Velas na praça principal, por um sicário de 17 anos identificado como Víctor Manuel “N”, que foi morto no local. A promotoria de Michoacán confirmou que o ataque envolveu três homens: Víctor Manuel como agressor direto, e Fernando Josué “N” e Ramiro “N”, responsáveis pela logística e vigilância, encontrados mortos em 10 de novembro, possivelmente para interromper a investigação.

Em 27 de novembro, Jorge Armando “N”, alias ‘El Licenciado’, suposto mandante ligado ao CJNG, foi ligado ao processo, também acusado de lesões ao vereador Víctor Hugo de la Cruz Saucedo. A coordenação ocorreu por meio de um grupo no WhatsApp, com instruções precisas sobre rotas e execução.

Sete policiais municipais —Omar “N”, Alejandro “N”, Mario Alberto “N”, Guillermo “N”, Demetrio “N”, Omar Osvaldo “N” e Monserrat “N”— foram detidos e ligados por homicídio qualificado por omissão, por relaxarem a vigilância. A prisão ocorreu em operação conjunta com SSPC, Sedena, Guarda Nacional e SSP. Todos enfrentam prisão preventiva e três meses para investigação complementar.

José Jiménez, tenente-coronel do Exército aposentado e recrutador para a segurança de Manzo, permanece foragido. O promotor Carlos Torres Piña destacou evidências científicas ligando os implicados.

Gustavo Carreón, advogado das escoltas, questionou: “Onde estão os membros da Guarda Nacional que faziam parte do círculo de segurança de Carlos Manzo?”. Ele acusou inconsistências no cronograma —o ataque às 20:30, mas Manzo chegou ao hospital às 20:10— e falta de clareza sobre omissões, sugerindo motivos políticos e um encobrimento para a Guarda Nacional, que não detectou riscos.

Grecia Quiroz, viúva e atual prefeita, registrou as marcas ‘Carlos Manzo’ e ‘Movimiento Independiente del Sombrero’ no IMPI em 14 de novembro para proteger seu legado.

O que as pessoas estão dizendo

Discussões no X destacam a caçada ao chefe de segurança José Manuel Jiménez Miranda, ex-coronel foragido acusado no assassinato do prefeito; a ligação de sete escoltas ao homicídio por omissão; acusações contra o suposto mandante 'El Licenciado' em meio a alegações negadas de tortura; e acusações de encobrimento da Guarda Nacional pelo advogado das escoltas Gustavo Carreón. Sentimentos incluem indignação com falhas de segurança, apelos por justiça, ceticismo com as autoridades e teorias de conluio entre estado e cartéis.

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