Cibercriminosos russos lançam novo ransomware

Um grupo notório de cibercriminosos russos ressurgiu com uma nova variante de ransomware. No entanto, especialistas em segurança observam que os ficheiros encriptados por este malware podem ser facilmente desencriptados.

O regresso destes cibercriminosos russos marca um desenvolvimento preocupante no panorama da cibersegurança. De acordo com relatórios, o grupo introduziu uma nova estirpe de ransomware destinada a encriptar ficheiros das vítimas. Apesar da ameaça representada por tais ataques, há um lado positivo: a encriptação utilizada nesta nova variante não é robusta, permitindo processos de desencriptação diretos. Este ransomware segue um padrão visto em operações anteriores do grupo, que tem histórico de visar vários setores. Embora os detalhes sobre alvos específicos ou métodos de distribuição sejam limitados, a facilidade de desencriptação sugere que os utilizadores afetados podem recuperar os seus dados sem perdas significativas, desde que ajam rapidamente com as ferramentas adequadas. Os especialistas aconselham as organizações a permanecerem vigilantes contra phishing e outros pontos de entrada comumente explorados por atores de ransomware. A data de publicação desta informação é 12 de dezembro de 2025, destacando a evolução contínua das ameaças cibernéticas de grupos baseados na Rússia.

Artigos relacionados

Realistic illustration of a computer screen showing the VanHelsing ransomware attack targeting multiple operating systems, suitable for a cybersecurity news article.
Imagem gerada por IA

Ransomware VanHelsing RaaS mira múltiplas plataformas

Reportado por IA Imagem gerada por IA

Uma nova operação de ransomware como serviço chamada VanHelsing surgiu em 7 de março de 2025, reivindicando rapidamente pelo menos três vítimas. Ela suporta ataques em sistemas Windows, Linux, BSD, ARM e ESXi, com afiliados retendo 80% dos resgates após um depósito de US$ 5.000. O grupo proíbe o direcionamento a entidades na Comunidade dos Estados Independentes.

O grupo hacktivista pró-Rússia CyberVolk ressurgiu com uma nova plataforma de ransomware como serviço chamada VolkLocker, suportando sistemas Linux e Windows. Documentado pela primeira vez em 2024 pela SentinelOne, o grupo retornou após um período de inatividade causado por proibições no Telegram. Apesar da automação avançada via bots do Telegram, o malware apresenta falhas significativas de criptografia que podem permitir que as vítimas recuperem arquivos sem pagamento.

Reportado por IA

Pesquisadores da SentinelOne divulgaram uma falha crítica no novo ransomware-as-a-service VolkLocker da CyberVolk: uma chave mestra codificada de forma fixa armazenada em texto plano, permitindo que as vítimas descriptografem arquivos sem pagamento de resgate. Após o relançamento do grupo em agosto de 2025 após proibições no Telegram, essa fraqueza destaca problemas de qualidade em seu ecossistema RaaS.

Hackers pró-russos conhecidos como Curly COMrades estão explorando a tecnologia Hyper-V da Microsoft para incorporar máquinas virtuais leves do Alpine Linux em sistemas Windows comprometidos. Essa tática permite que eles executem malware personalizado como CurlyShell e CurlCat sem detecção por ferramentas tradicionais de detecção de endpoints. A campanha, descoberta pela Bitdefender em colaboração com o CERT georgiano, visa organizações na Europa e além.

Reportado por IA

Investigadores atribuíram um ciberataque falhado à rede elétrica da Polónia a hackers estatais russos, coincidindo com o 10.º aniversário de um assalto similar na Ucrânia. O malware wiper visava perturbar a distribuição de energia mas não conseguiu cortar a eletricidade. A empresa de segurança ESET ligou o incidente ao notório grupo Sandworm.

Após as prisões iniciais reportadas na semana passada, as autoridades espanholas acusaram mais quatro suspeitos na Dinamarca, desmantelando completamente uma rede criminosa por trás do sequestro e assassinato em abril de um detentor de crypto perto de Málaga. A operação destaca o aumento de 'wrench attacks' contra proprietários de ativos digitais.

Reportado por IA

Após um recorde em 2025 de ataques com chave inglesa contra detentores de criptomoedas, como analisado anteriormente, especialistas preveem mais aumentos em 2026. Essas coações físicas para roubar ativos digitais são subnotificadas em meio a desafios das forças de segurança e adoção crescente de cripto, alerta TRM Labs.

 

 

 

Este site usa cookies

Usamos cookies para análise para melhorar nosso site. Leia nossa política de privacidade para mais informações.
Recusar