Spencer Pratt, ex-participante de reality show e candidato a prefeito de Los Angeles, defendeu a transferência de pessoas em situação de rua com dependência química severa para tratamento obrigatório e discutiu a construção de uma grande instalação de reabilitação como parte de sua estratégia.
Spencer Pratt, ex-personalidade de reality show e atual candidato a prefeito de Los Angeles, tornou o tratamento forçado um ponto central de sua proposta para enfrentar a situação de rua e o uso público de drogas.
Segundo o The Daily Wire, Pratt discutiu a ideia em uma entrevista a Elex Michaelson, da CNN, afirmando que deseja construir um centro de reabilitação para dependentes químicos em situação de rua, descrevendo-o como um modelo inspirado em um centro de treinamento para veteranos em Bentonville, Arkansas. Nessa entrevista, o The Daily Wire relatou que Pratt disse: “Você não se livra dessas drogas com camas”, argumentando que são necessários tratamento e apoio contínuo.
Em aparições públicas recentes, Pratt também defendeu uma abordagem mais voltada para a aplicação da lei. O Los Angeles Times informou que Pratt se comprometeu a usar a força policial e outras medidas coercitivas, incluindo prisões e “tratamento médico obrigatório”, e que argumentou em um debate eleitoral no início deste mês que a crise não pode ser resolvida “não importa quantas camas você ofereça a essas pessoas”.
O plano de Pratt atraiu escrutínio quanto à viabilidade e legalidade. O Los Angeles Times observou que especialistas em direito e serviços sociais questionaram como tais políticas poderiam ser implementadas, dadas as proteções de direitos civis, a capacidade limitada de prisões, as restrições orçamentárias e a sobrecarga dos serviços de tratamento.
As críticas de Pratt à estratégia de combate à situação de rua da prefeita Karen Bass não puderam ser totalmente verificadas nas fontes revisadas. Embora ele tenha criticado a abordagem atual da cidade e enquadrado o problema como sendo impulsionado principalmente pelo vício, a alegação específica de que as políticas de Bass “falharam após uma década de implementação” não foi confirmada nas reportagens fornecidas.