Teyana Taylor defende papel nos Golden Globes contra críticos de hipersexualização

Teyana Taylor não recua diante das críticas ao seu desempenho vencedor do Golden Globe em 'One Battle After Another'. A atriz-cantora rebateu os críticos que chamaram seu personagem Perfidia Beverly Hills de hipersexualizado, questionando se eles estão assistindo ao mesmo filme. Em uma nova entrevista, ela destacou como seu papel reflete realidades duras para mulheres negras.

Nossa querida, Teyana Taylor acabou de dar uma real depois de conquistar o Golden Globe de Melhor Atriz Coadjuvante por 'One Battle After Another' 🔥. Deixando para trás grandes nomes como Emily Blunt, Elle Fanning, Ariana Grande, Amy Madigan e Inga Ibsdotter Lilleaas? Icônico. Mas nem todo mundo está estourando champanhe—alguns fãs e espectadores estão olhando torto para a representação do filme de seu personagem, Perfidia Beverly Hills, como excessivamente sexualizada. Eles traçam paralelos com o papel quente vencedor do Oscar de Halle Berry em 'Monster's Ball' com Billy Bob Thornton. Bagunçado, né? 😏 Perfidia captura a obsessão creepy do coronel corrupto Steven J. Lockjaw de Sean Penn, esse jogador de poder branco ultraconservador obcecado por mulheres negras atrás de portas fechadas. Em sua conversa com a Vanity Fair pós-vitória, Teyana manteve a classe mas firme. «Acho que não gostamos de ver a dura realidade, mas é isso que está acontecendo», disse ela sobre as críticas. Quando outro entrevistador mencionou Perfidia parecendo 'muito tarada', Teyana rebateu: «E eu sou tipo, você percebe que a primeira coisa que vemos de Perfidia é ela com uma arma na cabeça de um cara e ele a chama de sweet thing? Você está—nós estamos assistindo o mesmo filme?» Ela virou o jogo, explicando que Perfidia usa sua sexualidade como arma, não fraqueza. «Perfidia meio que mergulhou no 'Oh, você acha que eu sou gostosa? Beleza, aposta. Legal se eu puder continuar fazendo o que estou fazendo, só preciso mostrar um pouquinho de peito ou algo'», compartilhou Taylor. Ecoando sua entrevista no Hollywood Reporter do ano passado, ela reforçou: «Não é isso que as mulheres negras passam? Somos fetichizadas, especialmente por filhos da puta creepy. E somos, infelizmente, as pessoas menos protegidas. Mostrar o que as mulheres negras passam é uma dura realidade para aceitar. E este filme deve gerar debate, eu sempre soube que geraria, porque às vezes você tem que chacoalhar a mesa.» Em seu discurso de aceitação, Teyana derramou amor pela comunidade, dedicando a vitória às «minhas irmãs morenas e meninas morenas assistindo». «Nossa suavidade não é passivo. Nossa profundidade não é demais», declarou. «Nossa luz não precisa de permissão para brilhar. Pertencemos a toda sala que entramos. Nossas vozes importam, e nossos sonhos merecem espaço.» Mas nem todas as reações são positivas—muitas mulheres não estão animadas com meninas idolatrando aquela representação. Então, a visão ousada de Teyana é empoderadora ou crua demais para o ambiente? Desabafe seus pensamentos abaixo.

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