Três funcionários da Supermicro enfrentam acusações de conspiração para contrabandear chips Nvidia H100, H200 e B200 restritos para a China. O suposto esquema de US$ 2,5 bilhões utilizou caixas fictícias, etiquetas falsas e uma empresa de passagem. O TechRadar descreve o caso como o maior roubo da guerra de chips entre os EUA e a China.
Três homens, identificados como funcionários da Supermicro, foram acusados de conspiração para contrabandear GPUs Nvidia H100, H200 e B200 restritas para a China, de acordo com um relatório da TechRadar publicado em 20 de março de 2026. O esquema é estimado em US$ 2,5 bilhões e supostamente se baseou em caixas fictícias, etiquetas falsas e uma empresa de passagem para contornar as restrições. Esse caso se enquadra na atual guerra de chips entre os EUA e a China, com restrições às exportações de semicondutores avançados para a China com o objetivo de limitar os avanços tecnológicos no país. A fonte não forneceu mais detalhes sobre os indivíduos, acusações exatas ou processos judiciais. O relatório destaca os métodos usados para viabilizar a operação de contrabando.