O presidente Donald Trump acusou a China de atividades relacionadas à eleição destinadas a minar seu primeiro governo e sua campanha de 2020. As declarações foram feitas durante um discurso na Casa Branca em 16 de julho de 2026. Autoridades do governo minimizaram posteriormente o foco em Pequim, ao mesmo tempo em que confirmaram uma futura visita do líder chinês Xi Jinping.
Trump afirmou que Pequim “se envolveu em... atividades relacionadas à eleição para minar meu primeiro governo e nossa campanha de 2020”. Ele acrescentou que a China “lutou com unhas e dentes” para impedir sua reeleição.
No dia seguinte, autoridades disseram que o discurso “não era uma história sobre a China”. O assessor comercial Peter Navarro apontou, em vez disso, para “atores nefastos” domésticos. A secretária de imprensa Karoline Leavitt confirmou que a viagem planejada de Xi à Casa Branca permanecia agendada.
Em 17 de julho, a Reuters informou sobre novas orientações do Departamento de Justiça permitindo o download do TikTok em dispositivos governamentais. Uma avaliação do Conselho Nacional de Inteligência de 2020 havia sinalizado anteriormente o aplicativo como um potencial vetor para a interferência eleitoral chinesa.