Edmundo Valladares, presidente do Club Social y Deportivo Colo Colo, conversou com o capitão Esteban Pavez sobre suas declarações controversas elogiando a Universidad Católica como a melhor instituição do país. Valladares destacou a grandeza histórica do Colo Colo e defendeu o desempenho do jogador. Ele também revelou duas opções para o ambicioso projeto do novo Estadio Monumental.
Esteban Pavez, um dos capitães do Colo Colo, tem dado explicações sobre suas declarações posicionando a Universidad Católica como “a melhor instituição do país”. Essas declarações geraram oposição de torcedores, jogadores históricos e uma resposta de Aníbal Mosa, presidente da Blanco y Negro, que minimizou o comentário.
Edmundo Valladares, presidente do Club Social y Deportivo Colo Colo — a entidade matriz em Macul — revelou que teve um diálogo com Pavez sobre o assunto. “Entendemos que o clube é o mais importante, é a maior instituição, pelo que representa historicamente para o povo chileno, por suas ramificações esportivas, por suas conquistas, pelo número de sócios, por mil razões, para nós o Club Social y Deportivo Colo Colo é a maior instituição do país. Também discutimos internamente com Esteban”, esclareceu Valladares.
Quanto às críticas ao nível de jogo de Pavez, Valladares reconheceu: “Houve muitas críticas a Esteban, começando pelo aspecto futebolístico. Podem ser válidas ou não, mas acho que, em geral, na instituição e em nosso elenco, obviamente houve problemas e situações complexas. O desempenho futebolístico não foi o esperado, mas não acho que dependa apenas dele”.
Sobre o projeto do novo Estadio Monumental, Valladares se referiu a uma alternativa que se soma ao plano apresentado em abril durante o centenário do clube. “Há duas alternativas. Uma, com capacidade para 60.000 espectadores. Há outra um pouco mais limitada, com capacidade para 51.000 espectadores. E isso é o que precisará ser revisado em detalhes, quanto a como prosseguir”, explicou. Ele acrescentou que há vontade de avançar, com base no trabalho anterior de Alfredo Stöhwing e Aníbal Mosa, para que o que já foi feito não se perca.