Wagner Moura e Fernanda Torres debatem 'O Agente Secreto' para o Oscar

A atriz Fernanda Torres e o diretor Walter Salles participaram de uma conversa com o ator Wagner Moura e o cineasta Kleber Mendonça Filho para promover o filme 'O Agente Secreto' na campanha ao Oscar. Parte do bate-papo foi divulgada nas redes sociais do filme para o público americano. Os participantes destacaram a dificuldade de representar o Brasil e os temas de identidade nacional.

A conversa, divulgada parcialmente nas redes sociais do filme direcionadas ao público dos Estados Unidos, ocorreu em meio à campanha de 'O Agente Secreto' para o Oscar, que acontece em 15 de março de 2026. O longa, dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura, concorre em quatro categorias, incluindo melhor filme internacional, melhor filme, melhor ator para Moura e melhor direção de elenco. Um dos concorrentes é o longa 'Valor Sentimental'.

Fernanda Torres comentou sobre a complexidade de explicar o Brasil ao exterior: "É sempre complicado explicar o que diabos é o Brasil. E então, de repente, nós temos dois filmes concorrendo ao Oscar que significam algo para o mundo". Ela se referia a 'O Agente Secreto' e 'Ainda Estou Aqui'.

Kleber Mendonça Filho destacou elementos em comum entre as produções brasileiras: "A chave do sucesso, algo que une 'Ainda Estou Aqui' e 'O Agente Secreto', é que lidamos com tempos difíceis na política e na sociedade, mas ainda mantemos um lado alegre em ambos os filmes."

Walter Salles afirmou que o filme alterou percepções sobre a identidade brasileira: "O filme mudou a nossa própria percepção sobre a nossa identidade, do melhor jeito possível". Wagner Moura complementou: "É lindo conseguirmos fazer isso também, não somente para o exterior, mas também para nós mesmos".

A trama de 'O Agente Secreto' segue um professor que deixa São Paulo rumo a Recife para escapar de ameaças durante a ditadura militar no Brasil. O filme já ganhou mais de 60 prêmios em eventos internacionais. Mendonça Filho, conhecido por obras como 'O Som ao Redor', 'Aquarius' e 'Bacurau', que exploram memória, história e transformações sociais, revelou em entrevista à GQ Brasil que trabalha em um novo projeto ambientado na década de 1930, mesmo com a agenda intensa de divulgação.

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