Os mercados de Wall Street fecharam em alta na quinta-feira, 16 de abril, impulsionados pelo otimismo com um acordo entre Israel e Líbano para encerrar a guerra no Oriente Médio, enquanto a Bolsa Mexicana de Valores (BMV) caiu 0,78%. O índice principal da BMV, o IPC, encerrou aos 69.095,02 pontos. O peso mexicano valorizou-se 0,05% frente ao dólar.
Wall Street registrou ganhos na quinta-feira, com o Dow Jones subindo 0,24% para 48.578,72 pontos, o S&P 500 avançando 0,26% para 7.041,28 pontos em uma nova máxima histórica, e o Nasdaq somando 0,36% para 24.102,70, também atingindo um recorde pelo segundo dia consecutivo. Analistas da Monex declararam: “Embora uma recuperação significativa seja observada, o mapa de risco ainda considera um escrutínio maior sobre IA, preocupações com crédito privado e uma visão mais restritiva do Fed. Levando em conta as expectativas melhoradas para este ano, elevamos nossa projeção para o S&P 500 para 7.500 pontos, ante os 7.200 anteriores.”
Em contraste, a BMV do México fechou em baixa pela quarta vez em cinco sessões, com o IPC caindo 0,78% para 69.095,02 pontos. Declínios notáveis incluíram Grupo Carso (-7,66%), Gentera (-3,11%), Megacable (-2,7%), Volaris (-2,4%) e Kimberly-Clark (-1,97%). O FTSE-BIVA caiu 0,80% para 1.382,81 pontos, embora o IPC acumule alta de 7,44% no ano, segundo Enrique Covarrubias, da Actinver.
O peso mexicano foi negociado a 17,25 por dólar, valorizando-se 0,05% e marcando a nona sessão consecutiva de ganhos, segundo dados do Banco de México. Janneth Quiroz, da Monex, observou que a taxa de câmbio USD/MXN está convergindo com a trajetória do dólar, impulsionada pela cautela dos investidores em meio ao progresso marginal nas negociações de paz no Oriente Médio. Nas agências bancárias, o dólar estava cotado a 17,72 pesos pelo Banamex.
Outros mercados avançaram: petróleo WTI a US$ 94,69 (+3,72%), Brent a US$ 98,36 (+3,61%); o Nikkei do Japão subiu 2,38%, para 59.518,34 pontos, e o Hang Seng de Hong Kong subiu 1,72%, para 26.394,26 pontos.