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Illustration depicting hackers hijacking Linux Snap Store apps to steal cryptocurrency recovery phrases, featuring a compromised Ubuntu laptop and digital seed phrase theft.
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Atacantes sequestram apps do Snap Store do Linux para roubar frases cripto

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Cibercriminosos comprometeram aplicativos confiáveis do Linux no Snap Store ao tomar domínios expirados, permitindo que distribuam malware que rouba frases de recuperação de criptomoedas. Especialistas em segurança da SlowMist e colaborador da Ubuntu Alan Pope destacaram o ataque, que mira contas de editores estabelecidos para distribuir atualizações maliciosas que se passam por carteiras populares. A Canonical removeu os snaps afetados, mas persistem apelos por salvaguardas mais fortes.

Cyble Research and Intelligence Labs revelou ShadowHS, um framework sofisticado sem arquivos para pós-exploração em sistemas Linux. A ferramenta permite operações furtivas em memória e acesso de longo prazo para atacantes. Ela apresenta uma versão armada do hackshell e técnicas avançadas de evasão.

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Investigadores atribuíram um ciberataque falhado à rede elétrica da Polónia a hackers estatais russos, coincidindo com o 10.º aniversário de um assalto similar na Ucrânia. O malware wiper visava perturbar a distribuição de energia mas não conseguiu cortar a eletricidade. A empresa de segurança ESET ligou o incidente ao notório grupo Sandworm.

O grupo hacktivista pró-Rússia CyberVolk ressurgiu com uma nova plataforma de ransomware como serviço chamada VolkLocker, suportando sistemas Linux e Windows. Documentado pela primeira vez em 2024 pela SentinelOne, o grupo retornou após um período de inatividade causado por proibições no Telegram. Apesar da automação avançada via bots do Telegram, o malware apresenta falhas significativas de criptografia que podem permitir que as vítimas recuperem arquivos sem pagamento.

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Uma vulnerabilidade crítica nos React Server Components, conhecida como React2Shell e rastreada como CVE-2025-55182, está sendo explorada ativamente para implantar uma nova backdoor Linux chamada PeerBlight. Este malware transforma servidores comprometidos em nós proxy e de comando e controle ocultos. Atacantes usam um único pedido HTTP elaborado para executar código arbitrário em aplicações Next.js e React vulneráveis.

Cibercriminosos estão disfarçando malware poderoso em falsas atualizações do Windows que parecem autênticas o suficiente para enganar até usuários cuidadosos. Essas atualizações maliciosas empregam técnicas de evasão dinâmica, complicando a detecção e análise enquanto o malware opera sem ser detectado.

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A Kaspersky Lab lançou seu software antivírus para usuários domésticos no Linux, visando as crescentes ameaças de malware à plataforma. A iniciativa expande as ofertas de segurança para consumidores da empresa russa em meio a proibições dos EUA e ataques crescentes a distribuições como Ubuntu e Fedora. As assinaturas começam em cerca de US$ 30 anualmente, com um teste gratuito de 30 dias disponível.

 

 

 

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