Origem da Vida
Pesquisadores do Earth-Life Science Institute em Tóquio demonstraram, por meio de experimentos, que o congelamento e o descongelamento repetidos poderiam ter impulsionado o crescimento e a fusão de estruturas primitivas semelhantes a células na Terra primitiva. Vesículas feitas com certos lipídios fundiram-se em compartimentos maiores e retiveram DNA de forma mais eficaz durante esses ciclos. As descobertas sugerem que ambientes gelados desempenharam um papel na origem da vida.
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Uma nova análise matemática de Robert G. Endres, do Imperial College London, sugere que a emergência espontânea da vida a partir de matéria não viva na Terra primitiva foi muito menos provável do que se pensava anteriormente. Usando a teoria da informação, a pesquisa destaca a imensa improbabilidade de montar uma protocélula simples a partir de químicos básicos. As descobertas enfatizam os desafios contínuos em explicar as origens da vida apenas por processos naturais.