Assédio sexual
Ministro do STJ Marco Buzzi nega novas acusações de assédio
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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) recebeu nesta segunda-feira (9) uma nova denúncia de assédio sexual contra o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Marco Buzzi. O magistrado, em licença médica desde a semana passada, enviou mensagem a colegas afirmando que provará sua inocência e repudiando as imputações. A defesa critica vazamentos de informações e alega falta de acesso aos autos.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu nesta terça-feira (14) abrir, por unanimidade, processo disciplinar contra o ministro Marco Buzzi, suspeito de assédio sexual. O magistrado permanecerá afastado de suas funções até a conclusão da análise. Uma comissão de ministros foi sorteada para instruir o procedimento.
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A Procuradoria Provincial de Pereira impôs a demissão e a proibição geral por 11 anos e oito meses ao superintendente da Polícia José Gregorio Aguirre Corrales, da Seção de Força Disponível da Polícia Metropolitana de Pereira, por assediar sexualmente uma subintendente e duas patrulheiras.
No meio dos escândalos contínuos de assédio sexual no PSOE – incluindo demissões recentes como a de Javier Izquierdo –, o partido investiga Toni González em Valência e aceita a demissão do presidente da Câmara de Belalcázar em Córdova. González nega as acusações como vingança política, enquanto o partido enfatiza apoio às vítimas e tolerância zero.
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Javier Izquierdo, secretário de estudos e programas no executivo federal do PSOE e senador por Valladolid, demissionou-se de todos os seus cargos esta quinta-feira em meio a uma crise sobre alegações de assédio sexual no partido. A demissão segue uma nova queixa contra ele, somando-se a três outros casos recentes que abalaram a formação. Izquierdo cita razões pessoais e profissionais numa mensagem na rede social X.