Santo Sudário
Pesquisadores liderados por Gianni Barcaccia, da Universidade de Pádua, identificaram DNA de numerosos animais, plantas e humanos contaminando o Santo Sudário. O novo estudo reexamina material coletado em 1978, revelando vestígios que sugerem um manuseio extensivo e possíveis ligações com a Índia. As descobertas complicam os debates sobre as origens medievais da relíquia.