Biologia Sintética
Pesquisadores da University of Waterloo desenvolveram bactérias geneticamente modificadas projetadas para invadir e comer tumores sólidos de dentro para fora. A abordagem usa micróbios que prosperam em ambientes sem oxigênio, visando os núcleos de tumores com baixo oxigênio. Uma modificação genética permite que as bactérias sobrevivam perto das bordas oxigenadas, controlada por um mecanismo de quorum-sensing.
Reportado por IA
A União Internacional para Conservação da Natureza votou contra a imposição de uma moratória para a liberação de espécies geneticamente engenheiradas na natureza para fins de conservação, apesar da oposição de grupos indígenas. A decisão, tomada em Abu Dhabi, também apoia o uso de biologia sintética em pesquisas. Críticos argumentam que tais tecnologias representam riscos irreversíveis sem salvaguardas e consentimento adequados.