Alina Fernández, filha exilada de Fidel Castro, afirmou que não iria investigar ou dar crédito a uma teoria da conspiração antiga de que o primeiro-ministro canadense Justin Trudeau seria seu meio-irmão, após ser questionada sobre o assunto no programa “Katie Pavlich Tonight”, da NewsNation.
Alina Fernández, que vive exilada de Cuba há muito tempo, foi questionada no programa “Katie Pavlich Tonight”, da NewsNation, sobre o persistente boato de que o primeiro-ministro canadense Justin Trudeau poderia ser seu meio-irmão.
Fernández não endossou a afirmação, mas disse que a única coisa que estava disposta a acrescentar era que a mãe de Trudeau “costumava visitar o país com muita frequência”.
Pressionada sobre se pretendia entrar em contato com Trudeau para descobrir, Fernández recusou.
“Não, não. Se ele quiser, ele é bem-vindo, mas eu não vou, eu não vou. Acho que ele guarda isso para si mesmo e você tem que respeitar isso”, disse ela.
A especulação circula online há anos, alegando — sem provas — que Fidel Castro seria o pai biológico de Trudeau, e não Pierre Elliott Trudeau. O Mediaite, que também noticiou a troca de informações, observou que registros mostram que a primeira viagem oficial de Pierre e Margaret Trudeau a Cuba foi em 1976 — vários anos após o nascimento de Justin Trudeau, em 1971 —, uma aparente incompatibilidade cronológica que enfraquece a teoria.