Arsenal conseguiu uma vitória convincente por 3-1 sobre o Inter de Milão no San Siro, preservando o seu registo perfeito na fase de liga da UEFA Champions League. O treinador Mikel Arteta elogiou a maturidade e o controlo da equipa face a um Inter desafiante liderado pelos avançados Lautaro Martínez e Marcus Thuram. A análise da UEFA destaca a disciplina tática e o desempenho global do Arsenal.
A vitória do Arsenal na terça-feira demonstrou a sua capacidade para lidar com as ameaças do Inter mantendo a compostura ao longo de todo o jogo. O encontro foi marcado por duelos intensos, com o Inter a vencer 52% deles, sublinhando a competitividade da equipa da casa. Como notou Jan Peder Jalland, observador técnico da UEFA, o Arsenal mostrou forte determinação em bolas disputadas e desafios 50-50. Uma batalha tática chave envolveu os dois avançados do Inter, Martínez e Marcus Thuram, que receberam cada um 11 passes que romperam linhas – mais do que no jogo anterior contra o Liverpool. O Arsenal respondeu com os defesas-centrais William Saliba e Cristhian Mosquera em marcação individual, uma estratégia que exigiu defesa um-contra-um em espaços abertos sem apoio do meio-campo inicialmente. Jalland explicou que Martínez descia frequentemente fundo, criando dilemas para os defesas, como quando lançou Thuram, forçando Saliba a ajustar a sua posição. A entrada de Declan Rice ao minuto 64, substituindo Eberechi Eze, proporcionou cobertura defensiva adicional e equilíbrio, ajudando o controlo do Arsenal. Os golos foram marcados por Gabriel Jesus, que abriu o marcador após uma sequência de livre, e Viktor Gyökeres, que selou o jogo com um remate em contra-ataque durante uma defesa de lance de jogo parado. O único golo do Inter não foi detalhado na análise. Arteta descreveu o desempenho como “muito completo”, acrescentando: “A equipa parecia madura, muito ambiciosa e emocionalmente muito controlada.” O treinador do Inter, Cristian Chivu, reconheceu as forças do Arsenal: “Eles têm qualidade, ritmo, intensidade, jogadores individuais.” Jalland chamou o Arsenal de “equipa completa”, destacando-se em pressão alta, contra-pressão e construção paciente, sempre com intensidade e proximidade entre jogadores. Este resultado destaca a eficiência do Arsenal em jogos fora de casa de alto risco, mantendo o registo de 100% na fase de liga.