Um escritor do Hackaday experimenta a troca do Windows pelo FreeBSD, citando frustração com as distribuições fragmentadas do Linux e a viabilidade decrescente do Windows. Usando o GhostBSD para uma configuração de desktop mais fácil, o autor o instala em hardware antigo para compará-lo ao Manjaro Linux. O processo destaca o código base coerente do FreeBSD, mas revela desafios com jogos e software proprietário.
A jornada do autor começa com experimentos passados: quase mudando para o SuSE Linux em 1999 após o Windows 98 SE, mas optando pelo Windows 2000 em vez disso. Experimentos subsequentes incluíram QNX, BeOS, vários BSDs e distros Linux como Lindows. O desconforto recente decorre do fim de vida do Windows 7 e da percepção de que o Windows como SO de desktop está próximo do fim, com alternativas comuns sendo Linux ou macOS. No entanto, o autor prefere o FreeBSD por seu único código base, evitando o 'Vórtice do Caos' de escolher entre distros Linux como Debian, Arch ou baseadas em RPM.
O FreeBSD não possui distribuições devido à sua estrutura unificada, oferecendo FreeBSD puro para usuários avançados ou GhostBSD para uma instalação de desktop simples semelhante ao Linux Mint. O autor testa em dois sistemas: um laptop Clevo W370ET de 2013 baseado em Intel Ivy Bridge e um PC Skylake de 2015 com Core i7 6700K, GTX 980 Ti e 32 GB DDR4, ambos equipados com novos SSDs SATA.
A instalação no laptop falhou; o instalador do GhostBSD travou, ligado a problemas de USB 3.0, levando a uma instalação bem-sucedida do Manjaro Linux em vez disso. A instalação no PC desktop foi bem-sucedida usando uma porta USB 3.0, inicializando o GhostBSD XFCE em 1080p.
Para jogos, ports de software open-source são fáceis, mas Steam e GOG Galaxy exigem soluções alternativas. O Steam da Valve suporta apenas Windows, macOS e versões selecionadas do Ubuntu, então o autor usou linuxulator-steam-utils (método chroot) inicialmente, mas mudou para Wine via frontend GUI Mizutamari após problemas de dependências. Isso permitiu instalar e jogar jogos como Nightmare Kart, embora com falhas como a página da loja do Steam piscando e reinicializações. O GOG Galaxy 1.x funcionou, mas a versão atual não. Firewatch mostrou bugs menores, como problemas com o mouse em uma cena.
Irritações mais amplas incluem depender de versões de software Linux ou Windows, como executar DaVinci Resolve via chroot. O autor observa que portar aplicativos como NymphCast para FreeBSD é viável se o código aderir a padrões POSIX. Planos futuros envolvem testar editores de vídeo nativos e camadas de compatibilidade com Linux mais a fundo.
Os comentários refletem opiniões divididas: alguns elogiam a confiabilidade do Linux em distros como KUbuntu ou Fedora, outros defendem a qualidade do código do FreeBSD, mas notam limitações no suporte a hardware, como WiFi Broadcom em MacBooks antigos.