O Diretor-Geral Marcelo Araya promoveu postumamente o Cabo Primero Marcos Cosme Barquero ao posto de Suboficial Mayor durante seu funeral em Temuco. Araya exigiu que Carlos Cancino Tapia, conhecido como El Rana, pague com reclusão pelo seu papel na operação que resultou na morte do policial.
Durante a cerimônia religiosa em Temuco, Araya declarou que utilizou suas atribuições para a promoção póstuma, como corresponde aos heróis que dão suas vidas pelo país. Ele descreveu Cosme como um membro exemplar do GOPE e um marido que cumpriu seu juramento institucional.
Araya afirmou que os Carabineros fornecerão todos os antecedentes para a investigação e enfatizou que o criminoso deve estar na cadeia. Ele também pediu que aqueles que protegeram ou encobriram o acusado forneçam informações às autoridades.
O Presidente José Antonio Kast compareceu ao funeral junto com a Primeira-Dama e ministros. Em sua conta no X, Kast disse que o Chile se despedia de um homem que serviu com bravura e senso de dever. O ministro Martín Arrau destacou o legado de bravura e a vocação de serviço de Cosme.
O pai de Cosme, Javier Cosme, relatou em uma entrevista que seu filho de 32 anos, com 13 anos e cinco meses de serviço, havia se candidatado à Escola de Suboficiais e terminado a obra de sua nova casa antes do incidente em Punucapa, Valdivia.