Carlos Baute publicly apologizes at Madrid press conference for controversial chant against Delcy Rodríguez at opposition rally.
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Carlos Baute pede desculpas por gritar «¡Fuera la mona!» contra Delcy Rodríguez

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O cantor venezuelano Carlos Baute pediu desculpas na segunda-feira por ter participado de coros de «¡Fuera la mona!» contra a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, em um evento em Madri em apoio a María Corina Machado. Baute insiste que não é racista e que se deixou levar pela emoção do momento. A Embaixada da Venezuela na Espanha condenou os gritos, classificando-os como racistas e misóginos.

No sábado, 18 de abril, milhares de pessoas se reuniram na Puerta del Sol, em Madri, para um evento em apoio à líder da oposição venezuelana, María Corina Machado. O cantor Carlos Baute juntou-se aos coros massivos de «¡Fuera la mona!» dirigidos a Delcy Rodríguez, repetindo a frase pelo menos duas vezes.

Baute publicou um vídeo no Instagram na segunda-feira explicando: «Neste sábado, deixei-me levar pela emoção de um momento muito forte... e também sei reconhecer quando algo não foi correto. Não acredito no insulto como caminho». Ele acrescenta que vem de uma família venezuelana, cresceu com o folclore do país e rejeita ser rotulado como racista: «Se alguém se sentiu ofendido, lamento e peço desculpas».

María Corina Machado rejeitou os gritos racistas em uma entrevista à EFE, afirmando que nunca usaria expressões que desqualificassem por raça ou gênero. No domingo, a Embaixada da Venezuela na Espanha, por meio da embaixadora Gladys Gutiérrez, emitiu uma nota condenando os gritos como «uma forma de violência política baseada na misoginia e no racismo» e pedindo desculpas ao povo espanhol.

O que as pessoas estão dizendo

As reações no X ao pedido de desculpas de Carlos Baute pelo grito de «¡Fuera la mona!» contra Delcy Rodríguez estão polarizadas. Os apoiadores veem o episódio como um momento de emoção da multidão e destacam a hipocrisia dos insultos do regime contra figuras da oposição. Críticos, incluindo esquerdistas e chavistas, denunciam o ato como racista e misógino, com alguns mencionando possíveis repercussões jurídicas.

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