Chris Hoke compara estilos de treino de Bill Cowher e Mike Tomlin

O ex-linha defensiva dos Pittsburgh Steelers Chris Hoke discutiu as semelhanças e diferenças entre os treinadores Bill Cowher e Mike Tomlin no canal do YouTube de Arthur Moats. Hoke destacou a mentalidade vencedora compartilhada enquanto notava abordagens distintas à intensidade dos treinos. Os Steelers estão atualmente em 6-6 em meio a uma temporada desafiadora.

Chris Hoke, que jogou para Bill Cowher e Mike Tomlin durante seu tempo com os Pittsburgh Steelers, compartilhou recentemente percepções sobre os estilos dos dois treinadores. Falando no canal do YouTube de Arthur Moats, Hoke enfatizou o terreno comum como líderes eficazes. "Ambos vencedores," disse Hoke. "A semelhança é que ambos sabem como vencer. Ambos sabem como motivar jogadores."

No entanto, seus métodos diferiam significativamente. Os treinos de Cowher eram marcados por alta intensidade e fisicalidade. "Bill Cowher era super intenso. Os treinos eram muito, muito físicos. Saíamos lá e batíamos," recordou Hoke. Mesmo no final da temporada, o time usava equipamentos completos para períodos iniciais de corrida antes de mudar para equipamentos mais leves.

Em contraste, Tomlin adotou uma abordagem menos física influenciada por Tony Dungy. "Não é tão físico, mas é mais sobre repetições mentais. Mais sobre sair lá e executar as jogadas," explicou Hoke. Essa mudança reflete mudanças mais amplas na NFL que priorizam a segurança dos jogadores, embora as sessões de Tomlin ainda sejam notadas pela fisicalidade.

Ambos os treinadores alcançaram sucesso com os Steelers. Cada um levou o time a dois Super Bowls, vencendo um—o primeiro de Cowher antes de Hoke se juntar ao elenco. Os Steelers não venceram um jogo de playoff desde 2016 e enfrentam a perspectiva de sua primeira temporada negativa desde 2003 em 6-6. A última temporada terminou mal com cinco derrotas seguidas, incluindo uma goleada nos playoffs.

Apesar das lutas recentes, o emprego de Tomlin parece seguro. A organização valoriza a paciência, como visto no mandato de 15 anos de Cowher, que incluiu três ausências consecutivas nos playoffs. As reflexões de Hoke destacam o impacto duradouro dos treinadores em meio aos esforços da equipe para se recuperar.

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