Citlalli Hernández, presidente da Comissão Nacional de Eleições do Morena, criticou coletivos trans por quebrarem candelabros na estação Metro Hidalgo durante seus protestos.
As manifestações começaram em 19 de junho em frente à Secretaria de Governo. Os coletivos exigiam uma reunião com a secretária Rosa Icela Rodríguez e a aprovação de uma Lei Trans Integral.
No dia 9 de julho, manifestantes quebraram dois candelabros na estação Hidalgo, na Linha 2. Cada peça custou 56 mil pesos, segundo Adrián Rubalcava, diretor do Metrô.
Hernández afirmou em entrevista que considerou suspeito o uso de danos quando existe um governo aberto ao diálogo. "Todo ato de protesto é legítimo. O que me parece estranho é que, em um ambiente onde parece haver uma tentativa de várias frentes de desestabilizar a Quarta Transformação, um grupo decida protestar quebrando coisas", observou.
Os protestos continuaram após a desocupação pela Guarda Nacional em 24 de junho. Os coletivos citaram a recomendação 42/2024 da CNDH sobre identidade de gênero.